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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sexo após o casamento



Deus criou todas as coisas e “viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão bela e inocente.

O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o uso errado que se fez dela.

Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”. Nada se compara à missão de ser pai e mãe.
Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos: “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal. O ato sexual é a “celebração do amor conjugal”, como que a “liturgia do casal”.

E é no ápice desta “celebração do amor” que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas, principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal, que não se ama de verdade, nunca é harmoniosa.

Quem tem uma relação sexual com uma prostituta está preocupado apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela. Acabada a relação, paga-se e vai-se embora. Não importa se amanhã esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe interessa, ele pagou pelo “serviço”. Veja, isso é sexo sem amor, sem compromisso de vida, sem uma “aliança”, sem responsabilidade. É o desvirtuamento do sexo, a prostituição. Quantos hoje vivem uma “aventura amorosa” com uma pessoa, e depois a esquecem, a abandonam...

No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; cujo fruto será o filho do casal. Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas derramadas... é a festa do amor conjugal. Por isso, o ato sexual é o ato “fundante” da vida do filho. O ser humano não pode ser gerado na parede fria de um tubo de ensaio de um laboratório, mas no ato amoroso dos seus pais.
Assim, no plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. Paulo há dois mil anos já ensinava aos coríntios:

“A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7,4). O apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.

A união sexual só tem sentido no casamento, porque só neste existe um “comprometimento” de vida conjugal, vida a dois, no qual cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro, para sempre, diante da comunidade e diante de Deus. Cada um é “responsável pelo outro” até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem este “compromisso de vida, até que a morte os separe”, o ato sexual não tem sentido, torna-se vazio e perigoso. E por conseqüência disso, estamos vendo meninas de 13, 14 anos, grávidas, sem o menor preparo e maturidade para serem mães.

Muitas crianças têm vindo ao mundo fora de um verdadeiro lar, sem a presença do pai, porque foram geradas no namoro, sem compromisso, que terminou até mesmo antes do nascimento da criança, deixando-a “órfã de pai vivo”.

As conseqüências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: famílias destruídas, mães e pais solteiros; filhos abandonados, ou em orfanatos. Muitos desses se tornam “meninos de rua”, cada vez mais numerosos, muitas vezes, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores.

Quantos abortos são cometidos porque se busca apenas egoisticamente o prazer do sexo antes do casamento, e depois se elimina o fruto: a criança! As doenças venéreas são outro flagelo do sexo antes ou fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. No casamento, ninguém pega AIDS, sífilis ou outra enfermidade, se ambos são fiéis um ao outro. Por isso, o verdadeiro remédio contra a AIDS é a vivência sexual apenas no casamento; e não, como se propõe, irresponsavelmente, o uso de “camisinhas”, ao invés de se eliminar o vício pela raiz.

Outra razão importante para se viver a castidade antes do casamento, é que com isso o jovem se educa, se domina, treina o seu corpo e a sua mente para uma vida futura de fidelidade a seu esposo ou esposa. Aquele que se acostumou à pratica sexual no namoro, antes do casamento, dificilmente se conformará em viver o sexo com a mesma pessoa para sempre. E aí vem o adultério e a destruição do lar. Este é o preço do sexo antes do casamento. Por outro lado, um jovem que aprende a se manter casto até o casamento, prepara a sua vontade e exercita seu autodomínio para ser fiel ao seu cônjuge durante o matrimônio, e assim, construir uma família forte e saudável.

A nossa sociedade, perversa e irresponsável, incita o jovem a viver o sexo de maneira precoce e sem compromissos, e depois fica apavorada com as milhares de meninas grávidas. Isso é fruto do sexo antes do casamento, do chamado “amor livre”, e do comércio vergonhoso que se faz do sexo através da televisão, dos filmes eróticos, das revistas pornográficas e, agora, através do telefone e da internet.

No campo do sexo, Cristo foi exigente e não deixou margens a dúvidas: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo de cobiça, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27).

O ato sexual significa que cada um pertence ao outro, livremente, para sempre. Será que é possível isso no namoro? Pois o ato sexual, – para não ser desvirtuado –, deve sempre estar aberto à geração da vida, sem que isso seja impedido por meios artificiais.

Ora, se o ato sexual gera a vida de um novo ser humano, este precisa ser acolhido em um lar pelos seus pais. É um direito da criança, que vem a este mundo, ter um lar, ter seus pais a seu lado, etc. Nem no namoro nem no noivado há um compromisso definitivo firmado diante de Deus e dos homens entre o casal; além do mais, nessas épocas ainda não há a segurança de uma família sólida e estável para o filho. Por essa razão, só depois que os corações e as suas vidas estiverem unidas e compromissadas por uma “aliança definitiva”, é que cada um pode se entregar fisicamente ao outro. O ato sexual é o selo do amor de um casal que se comprometeu com o outro para sempre.

Da mesma forma, se você apanhar e comer uma maçã ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará. Se você viver a vida sexual antes do casamento, você só terá problemas e não alegrias. Quantos rapazes engravidaram a namorada, e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes são obrigados a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais... sem poderem constituir uma família como convém. Tudo começa errado.

Para tudo existe a hora certa, na qual as coisas acontecem com equilíbrio e com as bênçãos de Deus. Eu sei que esta proposta não é fácil, mas eu quero dizer que é muito bela. Eu sei que o mundo lhe diz exatamente o contrário, pois ele não quer “entrar pela porta estreita” (Mt 7,14), mas esta é que conduz à vida.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A Cruz


Por A.W. Tozer


A cruz é a coisa mais revolucionária que já apareceu entre os homens. A cruz dos tempos romanos não sabia o que era fazer acordos; nunca fez concessões. Ela vencia todas as suas discussões matando seu oponente e silenciando-o para sempre. Não poupou a Cristo, mas assassinou-o violentamente como o fez aos demais. Ele estava vivo quando o penduraram naquela cruz e completamente morto quando o retiraram dali, seis horas depois. Isso era a cruz na primeira vez em que apareceu na história cristã...

A cruz sempre cumpre sua finalidade destruindo um padrão estabelecido, o da vítima, e criando outro padrão, o seu próprio. Assim, as coisas sempre saem como ela quer. Ela vence ao derrotar seu oponente e impor sua vontade sobre ele. A cruz sempre domina. Nunca entra em acordos, nunca faz trocas nem concessões, nunca cede um ponto a favor da paz. Ela não se importa com a paz; importa-se apenas em terminar mais rapidamente possível a oposição contra ela.

Com perfeito conhecimento de tudo isso, Cristo disse: "Se alguém quiser vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me". Então, a cruz não somente trouxe um fim à vida de Cristo, mas também à primeira vida, a vida velha, de cada um dos seus verdadeiros seguidores. A cruz destrói o padrão antigo, o padrão de Adão, na vida do crente e o traz a um fim. Então, o Deus que ressuscitou Cristo dos mortos, ressuscita o crente, e uma nova vida começa.

Isso, e nada menos, é o verdadeiro cristianismo.

Devemos fazer algo em relação à cruz. E só podemos fazer uma de duas coisas - fugir da cruz, ou morrer nela.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Os dois senhores - Por amor a Deus ou ao dinheiro



"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." (Mateus 6:24)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Hinário Cristão



    • Santo Espírito

    • Santo Espírito de amor,
    • Cobre-me com teu poder!
    • Purifica-me, Senhor,
    • Quero, ó Deus, mais santo ser!
    • Santo Espírito de Deus,
    • Dá-me graça em teu poder!
    • De ti procede todo o bem,
    • Faze-me mais santo ser!
    • Tu atendes, ó Senhor,
    • Quem te implora em contrição.
    • Com tua graça e teu favor,
    • Guia-me na retidão!
    • Todo o meu ser não considero meu;
    • Quero gastá-lo no serviço teu.
    • Minhas paixões tu podes dominar,
    • Pois tu, Senhor, vieste em mim morar.
    • Eu confio em ti, Senhor,
    • Meu viver vem transformar!
    • Quero, pois, com gratidão
    • Minha vida consagrar! Amém.

Reflexões Reformadas



"O cristianismo não é primariamente um sistema ético, um sistema de ritual, um sistema social, ou um sistema eclesiástico - ele é uma pessoa, ele é Jesus Cristo, e ser um cristão é conhecer a Jesus, é segui-lo e acreditar nEle."

John Stott 

O SINCRETISMO RELIGIOSO DOS EVANGÉLICOS BRASILEIROS







Sincretismo é a fusão ou mistura de religiões ou filosofias estranhas, ou seja, é o processo pelo qual aspectos de uma religião são assimilados ou misturados com outra, levando a mudanças fundamentais em ambas.

O Dr. R. C. Sproul nos revela que este é um problema antigo:


No Antigo Testamento, Deus esta profundamente preocupado com a pressão e a tentação do sincretismo. Enquanto o povo de Israel se movia em direção à Terra Prometida, foi confrontados com religiões pagãs. Os deuses cananeus, Baal e Aserá, tornaram-se objetos da devoção dos israelitas. Posteriormente, o povo de Deus adorou os deuses nacionais da Assíria e Babilônia. A Lei de Deus advertia claramente a Israel não somente contra abandonar o Senhor Deus por outros deuses, mas também contra adorar deuses juntamente com o verdadeiro Deus. Os profetas advertiam quanto aos juízos que viriam porque o povo modificava sua fé para acomodar doutrinas e práticas estrangeiras. (R. C. Sproul, 3º Caderno).


E que perdurou no tempo do Novo Testamento:


O período do Novo Testamento foi marcado por um sincretismo difuso. À medida que o Império Grego se expandia, seus deuses se mesclavam com os deuses nativos das nações conquistadas. O Império Romano também era receptivo a toda sorte de cultos e religiões místicas. O cristianismo não ficou incólume. Os pais da Igreja não só difundiram o evangelho, mas também lutaram para proteger sua integridade. O maniqueísmo (filosofia dualística que via o físico como sendo mau) insinuou-se em algumas doutrinas. O docetismo (ensino que negava que Jesus tinha um corpo físico) foi um problema mesmo enquanto o Novo Testamento estava sendo escrito. Muitas formas de neoplatonismo fizeram um esforço consciente para combinar os elementos da religião cristã com a filosofia platônica e o dualismo oriental. A história dos credos cristãos é a história do povo de Deus buscando separar-se das tramas das religiões e filosofias pagãs. Todas as gerações de cristãos enfrentam a tentação do sincretismo. (Idem)


Assim como nos dias hodiernos:


A igreja hoje ainda enfrenta o mesmo problema. Filosofias não-cristãs, como o marxismo ou o existencialismo buscam o poder do cristianismo enquanto renunciam àquilo que é unicamente cristão. O sincretismo continua sendo poderosa ferramenta para separar Deus de seu povo. (Idem).



O Dr. Nicodemus demonstra o problema no Brasil falando sobre o misticismo supersticioso no apego a objetos sagrados, ele revela o seguinte:


O Catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afrobrasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma brasileira: milagres de santos, uso de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, objetos ungidos e santificados, água benta, entre outros. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setores evangélicos, do uso de copo d’água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas,pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupa de entes queridos, oração no monte, no vale; óleos de oliveiras de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão (distribuídas em profusão), o cajado de Moisés... é infindável e sem limites a imaginação dos líderes e a credulidade do povo. Esse fenômeno só pode ser explicado, ao meu ver, por um gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos. (A. Nicodemus Lopes, p.25)


Significa dizer que a religião evangélica brasileira só pode ser compreendida a partir de uma avaliação das suas raízes originais da colonização européia e sua mistura com os povos indígenas. A sua primeira fusão ocorre entre o Catolicismo Português e a religião indígena presente no Brasil pré-descobrimento, com suas crenças e superstições, para depois unirem-se a mística umbandista dos negros escravos trazidos da África (Hahn, Carl Joseph p. 19). O resultado da união dessas três matizes é um povo extremamente supersticioso e espiritualista, com alma profundamente mística. Dessa forma o povo brasileiro tem sua formação religiosa oriunda de uma fusão de religiões.
Um estudo mais profundo dos evangélicos brasileiros pode facilmente identificar traços de catolicismo medieval (indulgências, simonias, mediação de homens...) e dos cultos africanos e indígenas (danças, recebimento de espíritos, poções para banho, amuletos...).

Modernamente há uma mistura geral dessas crenças antigas com os cultos pagãos de adivinhadores e prognosticadores, algo que foi proibido pela Igreja Primitiva e pela Palavra (Dt. 18.10-14; Mc. 5.12). Por exemplo, no segundo século começam a ocorrer as primeiras heresias na igreja primitiva, no ano 150, aproximadamente, um movimento chamado Montanismo aparece no cenário e foi considerado como heresia pelos Pais Apostólicos. O historiador Dr. Alderi Souza de Matos diz o seguinte sobre esta seita:


Movimento de natureza carismática ou entusiástica — o primeiro da história da Igreja — surgido na Frigia, Ásia Menor, pouco após a metade do século II. Seus líderes eram Montano, um cristão que alegava ser o instrumento do Paráclito (o Espírito Santo), e duas profetizas, Priscila e Maximila. Denominado "Nova Profecia" por seus adeptos, o movimento visava preparar o caminho para a iminente volta de Cristo e o milênio. A Igreja devia ter uma vida moral rigorosa e sofrer o martírio. Por entenderem que eram dirigidos diretamente pelo Espírito, os montanistas se inclinavam a desprezar a Igreja institucional, atraindo a oposição dos seus líderes. Sob pressão intensa, o movimento sobreviveu no norte da África até o século V e na Frigia até o VI. (Matos, p.40).



Significa, então, dizer que o movimento foi visto como herético pelos discípulos dos apóstolos, ou seja, a Igreja Verdadeira! Isso porque ainda era a segunda geração, possivelmente os filhos dos apóstolos e das testemunhas do Cristo homem estavam vivos, pois estava muito próximo da ascensão de Jesus, apenas a segunda ou terceira geração. Portanto, se os Pais apostólicos não aceitaram o aparecimento de um homem que se dizia falar pelo Paráclito Eterno - O Espírito Santo de Deus – e as duas mulheres que “profetizavam” no culto, porque hoje existem tantas pessoas fazendo isso? Justamente porque ocorreu a mesmíssima coisa na Rua Azusa em Los Angeles, Califórnia. Um pastor afro-americano filhos de escravos chamado William Joseph Seymour que no dia 14 de Abril de 1906 em um prédio que pertencia a Igreja Metodista Episcopal Africana recebeu o Espírito Santo com todo o seu poder e a partir daí todos começaram a buscar este batismo.

A grande pergunta é: Se a Igreja Primitiva não aceitou o movimento carismático no segundo século, por que o da rua Azuza foi aceito no início do século passado?
Primeiro quero deixar claro que nada tenho a dizer sobre o Rev. Seymour, segundo relatos da época homem ilibado e correto. A minha queixa é contra a falta de senso histórico; o esquecimento do passado; o não abandono das religiões pagãs para seguir o cristianismo autêntico; o desejo pelas religiões místicas que falam do oculto e sobre o futuro; o abandono das Escrituras para preferir as “profecias” dos homens e a falta de conhecimento bíblico daqueles que transformaram o que ocorreu na Rua Azuza em algo muito mais parecido com o candomblé e o espiritismo do que parecido com o derramamento do Espírito da Escritura (At. 2.1-41).

Vindo para os dias de hoje no Brasil, é impressionante como há uma fusão; centros espíritas, cultos afros, igrejas pentecostais, neo-pentecostais e católicas carismáticas, são tão parecidas que seus cultos têm os mesmos elementos. Em todas há músicas (em alguns as mesmas), há danças no espírito, momentos de revelação e o falar em mistérios, isso sem falar das correntes e campanhas que servem para obtenção do favor de Deus .
O que é isso, senão sincretismo?!
Uma pena que muitos estejam cegos para ver.

E olhe que eu nem falei das correntes filosóficas!
Que Deus nos ajude.






Textos Básicos

1 Rs 16.29-34; 1 Co 10.14-23; 2 Co 6.14-18; Gl 3.1-14; Cl 2.8; 1 Jo 5.19-21

Sumário

1. Sincretismo é a fusão ou mistura de religiões ou filosofias estranhas nele.
2. Um dos problemas constantes da religião israelita no Antigo Testamento era a intrusão de religiões pagãs.
3. A igreja do Novo Testamento lutou contra a influência das culturas e religiões gregas e romanas.
4. O cristianismo moderno é ameaçado pelas tentativas de se combinar o pensamento cristão com religiões pagãs ou filosofias seculares.


Bibliografia:
Alderi Souza de Matos, Fundamentos da Teologia Histórica, Ed. Mundo Cristão, 2008.
Augustus Nicodemos Lopes, O que Estão Fazendo com a Igreja, Ed. Mundo Cristão.
Carl Joseph Hahn, História do Culto Protestante no Brasil, São Paulo, ASTE, 1989.
R. C. Sproul, 3º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã, Editora Cultura Cristã, Apud.http://sites.google.com/site/estudosbiblicossolascriptura/Home/10a-vida-crista/10-a-vida-crista---pagina-02.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Reflexões Reformadas



“A nova Jerusalém deve, do mesmo modo, ser rodeada e protegida por um
largo muro de não-conformismo para com o mundo, e de separação dos
seus costumes e espírito”.


Charles H. Spurgeon