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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS




SÍNTESE HISTÓRICA

A virtude da gratidão está em toda a Bíblia. É próprio das almas nobres agradecer sempre e por todas as coisas. O salmista exclama: "Bom é render graças ao Senhor..." E outra vez: "Entrai por suas portas com ações de graças..." (Sl 92.1 e 100.4). Assim, o render graças a Deus , é tão antigo quanto a humanidade. Vem dos tempos bíblicos e reflete-se ao longo da história.

O costume do "Dia de Ação de Graças" vem dos Estados Unidos. Em 1620, saindo da Inglaterra, singra os mares o "Mayflower", levando a bordo muitas famílias. São peregrinos puritanos que, fugindo da perseguição religiosa, vão buscar a terra da liberdade. Chegando ao continente americano, fundam treze colônias, semente e raiz dos Estados Unidos da América do Norte.

O primeiro ano foi doloroso e difícil para aquelas famílias. O frio e as feras eram fatores adversos. Não desanimaram. Todos tinham fé em Deus e nas suas promessas. Cortaram árvores, fizeram cabanas de madeira, e semearam o solo, confiantes. Os índios, conhecedores do lugar, ensinaram a melhorar a produção. E Deus os abençoou. No outono de 1621, tiveram uma colheita tão abençoada quanto abundante. Emocionados e sinceramente agradecidos, reuniram os melhores frutos, e convidaram os índios, para juntos celebrarem uma grande festa de louvor e gratidão a Deus. Nascia o "Thanksgiving Day", celebrado até hoje nos Estados Unidos, na quarta quinta-feira de novembro, data estabelecida pelo Presidente Franklin D. Roosevelt, em 1939, e aprovada pelo Congresso em 1941.

O embaixador brasileiro Joaquim Nabuco, participando, em Washington, da celebração do Dia Nacional de Ação de Graças, falou em tom profético: "Eu quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus". Estas palavras moveram consciências no Brasil. No governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Congresso Nacional aprovou a Lei 781, que consagrava a última quinta-feira do mês de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças.

Porém, em 1966, o Marechal Humberto Castelo Branco modificou esta Lei, dizendo que não a última, mas aquarta quinta-feira do mês de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças, para coincidir com esta celebração em outros países.
Sim, aquelas palavras de Joaquim Nabuco, grande estadista brasileiro, encontraram eco em muitos corações. Hoje, são muitas as comunidades que, como num grande coro universal de gratidão a Deus, celebram nacionalmente o Dia de Ação de Graças, na quarta quinta-feira de novembro.

Em tudo e por tudo devemos dar graças a Deus!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O que significa dizer que Jesus cumpriu a lei, mas não a destruiu?



 No registro de Mateus do que é comumente chamado de O Sermão da Montanha, as seguintes palavras de Jesus foram registadas: "Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido" (Mateus 5:17-18).

Argumenta-se frequentemente que se Jesus não "destruiu" a lei, então ela ainda tem que ser vinculativa. Se esse fosse o caso, então certos componentes (como o dia de sábado) ainda devem estar valendo, talvez juntamente com vários outros elementos da Lei mosaica. Essa suposição tem como fundamento um mal entendimento das palavras e das intenções desta passagem. Cristo não quis sugerir aqui que o caráter vinculativo da lei de Moisés permaneceria em vigor eternamente. Este ponto de vista iria contradizer tudo o que aprendemos sobre o equilíbrio do registro do Novo Testamento (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25, Efésios 2:15). Considere os seguintes pontos.

De especial importância neste estudo é a palavra "destruir". Ela vem do termo grego kataluo, o qual significa literalmente "demolir, dissolver, abolir". A palavra é encontrada dezessete vezes no Novo Testamento. É utilizada, por exemplo, da destruição do templo judeu pelos romanos (Mateus 26:61; 27:40; Atos 6:14), e da dissolução do corpo humano na morte (2 Coríntios 5:1). O termo também pode ter o sentido de "dar um fim", ou seja, "tornar inútil, privar do sucesso". No grego clássico, essa palavra foi utilizada em ligação a instituições, leis, etc, para transmitir a idéia de "invalidar".

É especialmente importante notar como a palavra é usada em Mateus 5:17. Neste contexto, "destruir" é colocado em contraste com "cumprir". Cristo veio "... não para destruir, mas cumprir". Isso significa que Jesus não veio a esta terra com a finalidade de atuar como um adversário da lei. Seu objetivo não era impedir a sua realização. Pelo contrário, ele honrou, amou, obedeceu e cumpriu a lei. Ele cumpriu as emissões proféticas da lei sobre Si mesmo (Lucas 24:44). Cristo cumpriu as exigências da lei mosaica de uma obediência perfeita para que uma "maldição" não fosse imposta (veja Gálatas 3:10,13). Neste sentido, o plano divino para a lei vai ter um efeito duradouro. Ela sempre cumprirá a finalidade para a qual foi proferida.

Se, no entanto, a lei de Moisés tem a mesma relação (em termos de sua posição) com os homens de hoje como tinha antes de Cristo vir, então ela não foi cumprida, e Jesus falhou em sua missão. Por outro lado, se o Senhor realizou o que Ele veio cumprir e a lei foi realmente cumprida, então ela não é uma instituição jurídica vinculativa para os hoje. Além disso, se a lei de Moisés não foi cumprida por Cristo e, portanto, ainda permanece como um sistema jurídico vinculativo, então ela não é apenas um sistema vinculativo parcial. Pelo contrário, ela é um sistema totalmente obrigatório. Jesus disse claramente que nem um "i ou um til" (representantes das menores marcações do hebraico) passariam até que todas as suas palavras fossem cumpridas. Por conseguinte, nada da lei era para falhar até que tivesse alcançado seu objetivo por completo. Jesus cumpriu a lei. Jesus cumpriu toda a lei. Não podemos dizer que Jesus cumpriu o sistema de sacrifício, mas deixou de cumprir os outros aspectos da lei. Ou Jesus cumpriu todas as obrigações legais, ou nada cumpriu. O que a morte de Jesus significa para o sistema de sacrifício também significa para os outros aspectos da lei.

Fonte: Gotquestions.org

sábado, 27 de outubro de 2012

O que a Bíblia diz sobre o legalismo?





A palavra "legalismo" não pode ser encontrada na Bíblia. É um termo que os Cristãos evangélicos usam para descrever uma posição doutrinária que enfatiza um sistema de regras e regulamentos para alcançar salvação e crescimento espiritual. Legalistas acreditam que é necessário ter uma aderência estrita e literal a essas regras e regulamentos. De acordo com a doutrina ensinada na Bíblia, essa posição vai de encontro à graça de Deus. Aqueles que defendem uma posição legalista podem até deixar de entender o verdadeiro propósito da lei, principalmente da lei de Moisés no Velho Testamento, a qual é para ser um “professor” ou “tutor” para nos levar a Cristo (Gálatas 3:24).

Em relação à disposição de alguns, legalismo é o contrário de ser gracioso, por isso até crentes podem ser legalistas. Somos ensinados, no entanto, a ser graciosos uns com os outros: "Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões" (Romanos 14:1). É triste dizer que alguns defendem sua posição escatológica de uma forma tão forte que acabam excluindo outras pessoas de sua comunhão antes de dar-lhes a chance de expressar uma opinião diferente. Isso também é legalismo. Muitos crentes legalistas de hoje cometem o erro de exigir uma aderência inadequada às suas interpretações bíblicas e até mesmo às suas tradições. Por exemplo, alguns acham que para serem espirituais eles precisam evitar cigarro, bebidas alcóolicas, danças, filmes, etc. A verdade é que evitar essas coisas não é garantia de espiritualidade.

Para evitar cair no erro do legalismo, podemos começar a aplicar as palavras do apóstolo João: "Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo" (João 1:17). Lembre-se também de ser gracioso, especialmente aos irmãos e irmãs em Cristo. "Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster" (Romanos 14:4). "Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu? Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus" (Romanos 14:10).

Uma conselho de precaução é necessário aqui. Enquanto precisamos ser graciosos uns com os outros e tolerantes do desacordo sobre assuntos disputáveis, não podemos aceitar heresia. Somos exortados a batalhar pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos (Judas 3). Se nos lembrarmos dessas diretrizes e então aplicá-las em amor e misericórida, estaremos protegidos contra o legalismo e heresia. "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo" (1 João 4:1-3).


Fonte: gotquestions.org

sábado, 14 de julho de 2012

Culpa,Sacrifício e Perdão




“Quando tiver consciência do pecado que cometeu, a comunidade trará um novilho como oferta pelo pecado e o apresentará diante da Tenda do Encontro” (Levítico 4.14).



Se existe reação difícil de se ver no ser humano pecador, é a consciência do erro.
Ser responsável pelas próprias ações é atitude rara de alguns, que muitas vezes só se manifesta, lá no final da vida. As pessoas vivem endividadas, mas não sentem culpa, pois quase sempre fazem novas dívidas; as pessoas se divorciam, mas não sentem culpa, pois logo se casam novamente e outros traem novamente; as pessoas vivem trocando de religião, mas não sentem culpa, pois vivem ignorando a vontade de Deus na Bíblia.


A falta de consciência dos próprios atos começou lá no Jardim do Éden, quando Adão e Eva desobedeceram a Deus. O homem pecou e culpou a mulher; a mulher pecou e culpou a serpente (Gên. 3.11-13). Como aconteceu lá, acontece hoje. É um milagre quem assume as consequências dos próprios atos.O texto base dessa meditação diz “quando tiver consciência...”. A atitude de ser responsável pelos próprios erros é lenta e muitas vezes tanto, por causa do orgulho. É mais fácil fugir, do que assumir o 
erro. Há pessoa que sempre aparece para dizer “tenho razão”, mas foge quando deveria dizer “tenho culpa”.



Ter consciência do pecado pode demorar a vida toda. Na Parábola do Filho Pródigo a culpa chegou, mas o filho precisou chegar a ponto de querer comida de porco; foi nesse ponto que caiu em si e se arrependeu (Luc. 15.16,17).


A culpa é nossa mais terrível realidade de vida. Aos olhos de Deus, somos todos culpados (Rom. 3.12). Nossa outra triste realidade é que não conseguimos nos arrepender por vontade própria. Precisamos da ajuda de Deus para chegar ao padrão de arrependimento aceitável por Deus. Sabendo disso, Jesus Cristo enviou o Espírito Santo, com o propósito de nos convencer do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8).


Além da demora em assumir a culpa, poucos sabem o que oferecer a Deus pelo pecado. Não basta ser “praticante” da religião, como se isso fosse meio de “pagar” pecados; não basta ser pessoa bondosa, cheia de boas obras, como se isso fosse suficiente para Deus. Quem já agiu assim ou ainda age dessa maneira sabe que essa prática não resolve, porque é inútil para tirar a consciência de culpa (Heb. 10.1,2).


A oferta pelo pecado tem que ser feita conforme a exigência de Deus. A oferta tem que ser totalmente santa e completamente perfeita, pois Deus é santo e perfeito. Foi o próprio Deus quem determinou o tipo de oferta suficientemente capaz de pagar nosso pecado. Tentar “compensar” Deus com boas obras é perda de tempo. A única oferta aceitável por Deus foi estabelecida pelo próprio Deus. A oferta que Deus estabeleceu foi o sacrifício do corpo e o derramamento do sangue de Jesus Cristo (Heb. 10.10). Em Cristo todos os pecados foram pagos (Gál. 1.3,4).No Antigo Testamento, as pessoas conscientes do pecado deviam trazer a oferta pelo pecado num lugar público, ou seja, perante Deus, na Tenda do Encontro. O 
arrependimento não era algo secreto. Era um testemunho público. Quem se arrependia trazia a oferta para testemunhar seu arrependimento publicamente, pois no seu coração sabia que com ajuda do povo de Deus, em oração, encorajamento mútuo e comunhão com outros irmãos arrependidos, seria mais fácil vencer a tentação do pecado. Ir ao Templo era forma de aumentar e fortalecer a fé.


Assim também nós que vivemos na era da Graça de Deus, somos guiados pelos mesmos princípios da Lei, pois somos salvos quando ouvimos e cremos no Evangelho (Rom. 10.17), adquirimos consciência pessoal de culpa e necessidade de arrependimento (At. 3.19), aceitamos o sacrifício de Cristo como sendo único, completo e suficiente para que Deus possa libertar da culpa para vivermos em arrependimento (Col. 1.21-23).


Essa nova vida não acontece no isolamento. Seguimos para a nossa “Tenda”, ou seja, a igreja. Lá se reúnem todos os arrependidos e fracos, que foram revestidos do poder de Deus para esperar a volta de Jesus Cristo (João 14.3).


Vilmar Paulichen
Pastor da PIB Indaiatuba, SP









sábado, 7 de julho de 2012

Sou evangélica e meu marido me bate, posso me divorciar?



Sônia Regina Maurelli, diretora da casa Isabel, afirma que cerca de 90% das mulheres vítimas da violência doméstica são evangélicas. 

Nas dependências da Casa de Isabel, é fácil encontrar grupos de mulheres com a bíblia aberta, senhoras murmurando corinhos cristãos e até mesmo a música no rádio da recepção, tocando canções evangélicas.

A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade, e infelizmente nossas igrejas estão repletas de mulheres que apanham de seus maridos. Não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada. Como todos sabemos, muitas destas mulheres continuam se sujeitando a este tipo de relacionamento, fundamentado na premissa de que Deus odeia o divórcio (o que é verdade), e com isso acentuando distúrbios psicológicos, neurológicos e físicos em sua própria vida e filhos.

Sem a menor sombra de dúvidas o divórcio não é uma instituição divina e sim humana, até porque, ele brota de corações caídos e distantes de Deus. Além disso, é indispensável que também entendamos que existe um enorme abismo entre lutar por um casamento combalido a permanecer numa relação onde a esposa é constantemente violentada fisicamente.

O Apostolo Paulo em I Co 7:10-15 afirma que o cônjuge cristão PODE se divorciar deste que o seu marido incrédulo abandone o lar. Isto posto, acredito piamente que maridos que batem em suas esposas, há muito abandonaram seus lares, dando as suas mulheres condições de não somente se divorciarem como também a de contraírem novas núpcias.

O fato de alguns destes afirmarem ser cristãos, não os torna efetivamente crentes, até porque, os que agridem suas esposas, legitimam de que na verdade nunca conheceram a Cristo.

A violência contra a mulher é uma agressão ao Criador e em hipótese alguma as mulheres devem se sujeitar a qualquer tipo de agressão, denunciando o agressor às autoridades competentes a fim de que o sofrimento imposto pela violência cesse definitivamente em sua casa. Além disso, deve levar suas queixas, lamúrias, angústias e sofrimentos ao justo JUIZ, que com certeza no tempo certo lhes fará justiça.

Soli Deo Gloria!

Renato Vargens

quarta-feira, 30 de maio de 2012

LIVRO DE HERMÊNEUTICA "GAY"?




Em dezembro do ano passado o Julio Severo publicou a postagem sobre um produtor norteamericano que estava lançando uma versão da Bíblia, mas totalmente gay. Nessa Bíblia, o relato da criação ficaria exatamente assim:
“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam“.

Claro que não há outra palavra para descrever isso, que não seja a palavra blasfêmia. No entanto, até agora não havia motivo para alvoroço, porque tal Bíblia ainda estava longe da nossa realidade tupiniquim.

Acontece que o pastor Marcos Gladstone, que preside uma denominação chamada “igreja contemporânea”, composta basicamente por homossexuais, lançou um livro polêmico chamado” A Bíblia sem preconceitos“, no qual ele afirma que Deus jamais condenou a pratica do homossexualismo. Veja a descrição desse livro no site sua Igreja:

“O livro que está mudando o destino de centenas de homossexuais que antes pensavam ser abomináveis para Deus. De autoria do Pr. Marcos Gladstone, ele revela os segredos de Deus para os gays mostrando que a Bíblia realmente não condena a homossexualidade”

Bom, agora que vocês já viram que o assunto é sério, e que a tal hermenêutica Gay já chegou aqui pelas bandas de “Vera Cruz”, permitam-me dar o meu parecer sobre esse tema:

Não há nenhum modo de conciliar o cristianismo com a homossexualidade, e isso está claro em várias passagens bíblicas, como Levítico 18.22; 1Co 6.9; 1Tm 1.10-11. O homossexualismo é abominado por Deus e sua prática é proibida pela Bíblia.

Quando falo acerca disso, sempre há alguém para me dizer: porque é que vocês evangélicos condenam tanto o homossexualismo, mas aceitam quem pratica certos pecados como membros de suas igrejas. Deixem-me esclarecer as coisas por aqui:

Todos aqueles que dizem que os evangélicos admitem que seus membros pratiquem certos pecados, estão certos e errados ao mesmo tempo. É fato que há crentes que mentem, que roubaram ou que adulteraram, e alguns o fizeram também depois de cristãos, mas continuam sendo membros de nossas igrejas. Por que razão o permitimos? Porque eles se arrependeram. Um crente pode, sim, ter uma recaída – “aquele que está de pé, cuide para que não caia” – mas o que vai definir se ele realmente é um convertido é a sua capacidade de arrependimento. Um adúltero que se arrepende do seu pecado, pode sim, obter o perdão de Deus. O mesmo vale para os mentirosos, ladrões e porque não dizer, para os que praticaram o homossexualismo. Um ex-homossexual que tem uma recaída e se arrepende pode ter perdão de Deus, do pastor e dos irmãos e ser reintegrado à sua comunidade de fé. Isso sempre foi assim! O que nós não admitimos, e a Bíblia também não, é que uma pessoa homossexual que não se arrependeu do seu ato e não tem a mínima vontade de fazê-lo, se faça chamar de cristão.

Quero dizer com meu coração aberto e com toda sinceridade, que amo a todos os homossexuais, assim como Deus os ama. Não há em meu coração nenhuma forma de discriminação social homofóbica, mas acrescento que entre a exegese barata do pastor Gladstone (barata mesmo: 3 livros custam 10 reais!) e a Bíblia de Deus, prefiro ficar com a Bíblia.


Fonte: .pulpitocristao.com

terça-feira, 29 de maio de 2012

Criticando música “Eu quero tchu, eu quero tcha”, pastor Renato Vargens alerta sobre invasão secular entre jovens cristãos. Leia na íntegra




As redes sociais e os fenômenos musicais do estilo sertanejo universitário foram temas abordados pelo pastor Renato Vargens, em um artigo publicado em seu blog pessoal.
Segundo Vargens, “as redes sociais quando utilizadas da forma certa são bênçãos de Deus”, mas frisou que “quando utilizadas de forma errada contribuem para o ‘emburrecimento’ do indivíduo”.
O pastor afirmou que através das redes sociais, pessoas estão se distanciando dos princípios cristãos: “Jovens e adolescentes tem se deixado influenciar por conceitos extremamente antibíblicos onde o que importa não é a glória de Deus, mas sim a satisfação pessoal”.
Renato Vargens demonstrou indignação por ter presenciado um jovem cristão publicando em uma página de rede social trecho da música “Eu quero tchu, eu quero Tcha”, da dupla de sertanejo universitário João Lucas e Marcelo.
-Quando ouvi a canção acima fique profundamente preocupado com os rumos desta geração. Sou obrigado a confessar que tenho andado assustado com o incentivo à promiscuidade e sensualidade em nosso país. Compartilho também a minha aflição com o nível de devocionalidade e compromisso cristão de nossos jovens. Infelizmente, essa geração em nome de uma pseudoliberdade vem ao longo dos anos procurando compor no mesmo projeto de vida, Deus e imoralidade. E para piorar, em nome de uma espiritualidade barata, a graça de Deus tem sido relativizada em detrimento de uma vida promiscua e irresponsável – protestou o pastor.
Para Renato Vargens, “Do jeito que a coisa anda daqui a pouco ouviremos a versão gospel do ‘Quero tchu eu quero tchá’”. O pastor ressalta que os “jovens precisam urgentemente abrir os olhos. Isto porque, da mesma forma que não dá para misturar óleo e água no mesmo recipiente, não nos é possível, fazer parte da geração tchu, tchu, tchá tchá ou da geração dos comprometidos com Deus”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Evangélicos que querem tchu, que querem tcha”, do pastor Renato Vargens:
As redes sociais quando utilizadas da forma certa são bênçãos de Deus. Através delas conhecemos pessoas, fazemos amigos, e interagimos uns com os ostros. No entanto, as redes sociais quando utilizadas de forma errada contribuem para o enburrecimento do individuo. Além disso as redes sociais nos fazem sair de guetos levando-nos a um mundo bem absolutamente diferente do nosso. Nessa perspectiva, jovens e adolecentes tem se deixado influenciar por conceitos extremamente antibíblicos onde o que importa não é a glória de Deus, mas sim a satisfação pessoal.
Há pouco testemunhei tanto no twitter como no Facebook, jovens cristãos afirmando: “Eu quero tchu
Veja abaixo por favor a letra dessa famigerada canção:
“Eu quero tchu, eu quero tcha
Eu quero tchu tcha tcha tchu tchu tcha
Tchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)
Cheguei na balada, doidinho pra biritar,
A galera tá no clima, todo mundo quer dançar,
O Neymar me chamou, e disse “faz um tchu tcha tcha”,
Perguntei o que é isso, ele disse “vou te ensinar”.
É uma dança sensual, em Goiânia já pegou,
Em minas explodiu, em Santos já bombou,
No nordeste as mina faz, no verão vai pegar,
Então faz o tchu tcha tcha, o Brasil inteiro vai cantar.
Com João Lucas e Marcelo,
Eu quero tchu, eu quero tcha
Eu quero tchu tcha tcha tchu tchu tcha
Tchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)
Cheguei na balada, doidinho pra biritar,
A galera tá no clima, todo mundo quer dançar,
Uma mina me chamou, e disse “faz um tchu tcha tcha”,
Perguntei o que é isso, ela disse ” eu vou te ensinar”.
É uma dança sensual, em Goiânia já pegou,
Em Minas explodiu, em Tocantins já bombou,
No nordeste as mina faz, no verão vai pegar,
Então faz o tchu tcha tcha, o Brasil inteiro vai cantar.
Com João Lucas e Marcelo,
Eu quero tchu, eu quero tcha
Eu quero tchu tcha tcha tchu tchu tcha
Tchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)
Eu quero tchu, eu quero tcha
Eu quero tchu tcha tcha tchu tchu tcha
Tchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)”
Caro leitor, será que foi isso mesmo que li?  Cheguei na balada doidinho para biritar? É uma dança sensual? Eu quero tchu eu quero tchá?
Quando ouvi a canção acima fique profundamente preocupado com os rumos desta geração. Sou obrigado a confessar que tenho andado assustado com o incentivo à promiscuidade e sensualidade em nosso país. Compartilho também a minha aflição com o nível de devocionalidade e compromisso cristão de nossos jovens. Infelizmente, essa geração em nome de uma pseudoliberdade vem ao longo dos anos procurando compor no mesmo projeto de vida, Deus e imoralidade. E para piorar, em nome de uma espiritualidade barata, a graça de Deus tem sido relativizada em detrimento de uma vida promiscua e irresponsável.
Do jeito que a coisa anda daqui a pouco ouviremos a versão gospel do Quero tchu eu quero tchá!
Pois é, nossos jovens precisam URGENTEMENTE abrir os olhos. Isto porque, da mesma forma que não dá para misturar óleo e água no mesmo recipiente, não nos é possível, fazer parte da geração tchu, tchu, tchá tchá ou da geração dos comprometidos com Deus. Ou somos de Deus, e vivemos uma vida santa e separada por ele, ou não somos dele. Vale a pena dizer que na perspectiva do reino não existe possibilidade do meio termo.
Amados, seguir a Jesus é o melhor e mais fascinante projeto de vida. Fazer parte da Santa geração é tudo de bom. Deixe pra lá os valores da geração adoecida espiritualmente e desfrute de momentos harmônicos, plenos e saudáveis na presença do Senhor.
Soli Deo Gloria!
Pr. Renato Vargens
Fonte: Gospel+